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É preciso entender que a Umbanda, nascida e praticada no Brasil, com a fusão de várias religiões, apesar de várias raízes de origem africanista, não tem similar, nem mesmo na áfrica. Não lida com orixás (deuses do Panteão Africano), propriamente dito; mas incorporando em seus adeptos, caboclos, pretos-velhos, crianças, baianos, boiadeiros, espíritos da água, eguns, exus (não os da África) e outros que são entidades desencarnadas da Terra.

Assim, abriga princípios, fundamentos e características diferentes em seu sincretismo afro-índio-católico-cardecista básico.

O Candomblé, outra ramificação oriunda de raízes negras, é a que mais conservou as tradições da fonte; contudo também sofreu e sofre influências de outros cultos em seus ritos, notadamente o da Umbanda, tanto que se cognominaram alguns tipos de engiras mescladas, de "Umbandomblé" (mistura de Umbanda e Candoblé), quando se nota diferenças ou semelhanças, com predominância de um deles. O que sucedeu à Umbanda, no tocante à nova concepção, imagem filosófico-religiosa e adaptação, sucedeu também ao samba que, como é executado atualmente, só existe no Brasil, apesar de raízes tipicamente africanas.

A Umbanda nascida no Brasil foi fundada pelo Caboclo das 7 encruzilhadas, com incorporação em um médium em 15/11/1908, inaugurando a primeira tenda de Umbanda no Brasil.

A Umbanda Brasileira, propriamente dita sincretiza geralmente os seguintes grupos: Afro (Jêje, Nagô, Malê, Banto, Mina); Cardecismo, Pajelança, Catolicismo. Os outros são variações complementares ou adições especiais criadas por seus praticantes.


           

 

 

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